
O Banco do Brasil, na figura do Superintendente Estadual de Varejo, Danilo Angst, expôs durante a Reunião do Secretariado, nesta terça-feira, 23, os benefícios gerados ao banco e ao governo do Paraná, através das parceiras firmadas por ambos. Na ocasião também fez o anúncio da liberação de recursos para o Programa de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf).
Segundo Angst, o Banco do Brasil vai liberar R$ 1 bilhão para apoiar programas como o Trator Solidário; de Calcário; e de desenvolvimento da cadeia leiteira no Paraná. A expectativa é atender 135 mil famílias de agricultores familiares com esses recursos.
Durante a cerimônia de assinatura da liberação do dinheiro estiveram presentes o Governador Roberto Requião, o Vice Orlando Pessuti, o Secretário da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini, além de representantes do governo estadual.
Segundo o secretário Bianchini, graças ao Banco do Brasil será possível o investimento de bancos na agricultura brasileira e paranaense em 2008. “Durante uma reunião essa semana na Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), foi divulgado que as aplicações de bancos privados na agricultura brasileira será igual à zero neste ano. Aqui no Paraná, graças ao Banco do Brasil, não teremos problemas em relação ao crédito para os agricultores”, afirmou.
Na reunião, foram lembrados fatos históricos da instituição financeira no país, como a instalação da agência de número nove, em Curitiba, no ano de 1916, agência essa, que foi importante para o desenvolvimento econômico da região. Hoje o Paraná conta com 339 agências e postos de atendimento do Banco do Brasil, o que representa uma cobertura de 98% do território estadual.
Para o superintende do Banco do Brasil, Danilo Angst, esse aumento no número de agências se deve ao acordo firmado com o governo do Paraná. “Em 2006, foi assinada a cooperação com o governo do Estado. De lá para cá foram criadas ações envolvendo diversas áreas, como serviços, atendimento, Desenvolvimento Regional Sustentável e Agricultura e Pecuária. Para que esse atendimento fosse realizado com qualidade, foi necessário aumentar o número de postos de atendimento”, finalizou.
por Eduardo Scola
foto: reprodução internet

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